Adão de Souza
Ribeiro
Por favor, tira-me desta prisão,
Do cárcere chamado sentimento
Ele encarcerou este meu coração
Privou de ser livre como o vento
Este desejo tão ardente foi a isca,
Que atraiu este incauto romântico
Em busca da felicidade se arrisca
Como se o mundo fosse mágico.
Desesperado quero sair da gaiola,
Lá fora a bela liberdade me espera
Eu sofro calado e não vejo a hora,
De cair nos braços da primavera.
Assim vida passa lenta nesta grade
O amor não me suporta ver isolado
Tira-me bem antes do cair
da tarde
Venha me ver, fica só do meu lado
Da prisão, por favor, tira-me daqui,
Eu prometo não cometer este crime
Vou voar feliz como o lindo colibri
O amor é santo e algo tão sublime.
Peruíbe SP, 02 de
julho de 2025.
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