Adão de Souza
Ribeiro
Mulher, amá-la é sacerdócio
Tem que renunciar a luxúria.
E fugir da vida cheia de ócio,
Então, dedicar-se a clausura.
Não pode ser uma depravada
Andar por aí solta sem regra.
Como se o sentir fosse nada,
Amada se entrega se alegra.
Amar, mulher, tem seu preço
Sim é preciso ser bem vivido
Por isso, ter você e agradeço
Minha vida tem mais sentido
Sei que nosso tempo é cruel
Menos aquilo que se admira
E amar é querer tocar o céu,
Cantar melodia e tocar lira.
Para quem apaixona, amar é
Ser amada, desejada, querida
Ser fêmea, vestida de mulher
Vê assim é que se leva a vida
Peruíbe SP, 21 de
julho de 2025.
Nenhum comentário:
Postar um comentário