Adão de Souza
Ribeiro
Sinto falta do seu toque
Também, do seu cheiro.
E por mais me provoque
Sou o eterno prisioneiro.
E embriago no seu corpo
Feito o inocente menino,
Hipnotizado no seu rosto
Atordoado sem o destino.
Eu sinto falta do seu seio,
Que sacia o meu coração.
Eu vou dizer, sem rodeio
Fico louco, perco a razão.
E sinto falta desta sua voz,
Dos lábios sensuais, o beijo
Por isso, eu não sei viver só
Meu Deus, porque o desejo
A falta do calor do seu colo
Será algo que não se explica
Só de lembrar de você choro
Dor não diminui, só triplica!
Peruíbe SP, 17 de
julho de 2025.
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