sábado, 26 de julho de 2025

A DONA MORTE

 

Adão de Souza Ribeiro

A morte rasga o véu

Do que foi só ilusão.

E pensa tocar o céu,

Com palma da mão.

 

Ela acaba com tudo,

Nem pensa remorso.

Mas eu não me iludo

Eu faço o que posso.

 

E sufoca meu desejo

Não me deixa sonhar

Da vida eu só almejo

Ir nas ondas do mar.

 

Vou desafiar a morte

Lutar pelo meu sonho

E eu serei livre e forte

Alegre e não tristonho

 

Ela não vai me vencer,

Deus me fez para amar

Eu não vou esmorecer,

Pois aqui é meu lugar!

 

Peruíbe SP, 26 de julho de 2025.

 

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