Adão de Souza
Ribeiro
A morte rasga o véu
Do que foi só ilusão.
E pensa tocar o céu,
Com palma da mão.
Ela acaba com tudo,
Nem pensa remorso.
Mas eu não me iludo
Eu faço o que posso.
E sufoca meu desejo
Não me deixa sonhar
Da vida eu só almejo
Ir nas ondas do mar.
Vou desafiar a morte
Lutar pelo meu sonho
E eu serei livre e forte
Alegre e não tristonho
Ela não vai me vencer,
Deus me fez para amar
Eu não vou esmorecer,
Pois aqui é meu lugar!
Peruíbe SP, 26 de
julho de 2025.
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