terça-feira, 22 de julho de 2025

E AGORA, MULHER?

 

Adão de Souza Ribeiro

Que faço só e sem você,

Minha cabeça fica tonta.

São tantos meus porquês

Noites são muito longas.

 

A vida fica sem sentido.

Eu procuro nos lugares,

Eu quero o seu vestido

Sinto o cheiro nos ares.

 

Mulher, não vá embora

E você preenche a vida

Fica, meu desejo aflora

Sinto seu calor querida

 

Amada, o que eu faço

Longe deste seu calor

Está vazio seu espaço.

Ele é jardim sem flor.

 

Por que só me tortura,

Foram beijos e delicia

As promessas e juras,

Perdemos em caricia.

 

E vê se não abandona

Não me deixa sozinho

Vem ser a minha dona

Só por um pouquinho!

 

Peruíbe SP, 22 de julho de 2025.

 

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