Adão de Souza Ribeiro
Ele purifica a alma,
Se penaliza o corpo
Diz que carne fraca
Não vê cara e rosto.
Só sabe quem sente
Dor com fé suporta
E Deus onipotente,
Cuida e abre porta.
O corpo sofre e dói
E a mão não mexe.
Cadê aquele herói,
Mas andar esquece.
Amanhã é surpresa
Não sabe ou espera
A morte é princesa
Veste de primavera.
A vida é madrasta,
O destino carrasco
Vida perde a graça
No futuro que faço?
Peruíbe SP, 26 de
agosto de 2025.
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