Adão de Souza Ribeiro
Menino, desce do muro,
Corre enquanto é tempo
Lá distante vem o futuro
Na longa asa do
tempo.
Filho vê se não
demora,
Pois amanhã não
espera
No cavalo, mete
espora
Vida devora como fera.
Ele passa só pela
estrada
Desembestado a
galope,
Não preocupa com
nada
Não brinca com a
sorte.
Guri, anda e vê se
acorda
Futuro estrela que
brilha.
E a felicidade
transborda
Vê se segue aquela
trilha.
Moleque siga o
conselho
E não fica assim indeciso
Velhice espia no
espelho
Seus anos já tão perdidos
Peruíbe SP, 02 de
agosto de 2025.
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