Adão de Souza Ribeiro
E sonhava ser polícia,
Defender a sociedade.
Não tinha tal malícia,
E só falava a verdade.
Não bajulava superior,
Lutava pelo que é justo.
De injustiça tinha pavor,
Não ficou sobre o muro.
Ele sempre cumpriu a lei,
Na rua não foi truculento.
Dizia: por onde eu passei
Fui bom, assim que penso.
E nunca aceitou a propina,
Na vida, não se corrompeu
A maldade sempre ensina,
E que pesa a mão de Deus!
E quem deveria corrigir,
Se alia ao mais bandido.
Justiça haverá de resistir
Nem tudo estará perdido.
Foi homem muito honesto
Não foi por simples acaso.
O funcionário tão modesto
Morreu como soldado raso.
Peruíbe SP, 03 de
dezembro de 2025.
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