Adão de Souza
Ribeiro
A alma vive confusa
Numa estrada incerta.
Quando partir a musa,
Do coração do poeta.
Ela é maior inspiração
A força que o faz vivo.
Sem ela não há razão,
É o ser muito emotivo.
A musa que lhe inspira
Floresce todo o jardim
Doce som de uma lira,
A felicidade sem fim.
Ela é belo livro aberto
A página a ser escrita.
Na cadência do verso.
Um poema ressuscita.
E sem ela, ele definha,
Mundo perde a beleza.
É como a lua sozinha,
Perdida na correnteza.
Peruíbe SP, 11 de
dezembro de 2025.
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