Adão de Souza
Ribeiro
Meu Deus, quantas brigas,
Palavras ásperas e infames
Sem lágrima que derrame
Por causa de boba intriga.
Então, por que se digladia,
Por uma coisa sem sentido
E o amor fica todo perdido,
Morre solitário a cada dia.
Mas ao invés dessa ofensa
Porque não dá seu abraço.
Ao ódio não dê um espaço
Só voz do amor compensa.
Deixa o vento levar a raiva
Dá um beijo na sua amada
Faça amor de madrugada,
Sob olhar da Estrela Dalva.
Mas cuidado com a palavra
Solta, não alcança a galope.
Faça do bem querer o robe
Tudo é breve e logo passa.
Peruíbe SP, 13 de
setembro de 2025.
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