Adão de Souza
Ribeiro
Não me prenda em jaula
Deixa minha mente solta
É na doce leveza da alma
Que minha alegria volta.
Não me imponha regras,
Deixa minha mente livre
A liberdade não se nega,
Aprisionado não se vive.
Pássaro preso na gaiola,
Canta, chora de tristeza
Não vê chegar sua hora
De alcançar a natureza.
A vida me deu as asas,
E conquistar o mundo.
A ilusão arde em brasa,
Nada é mais profundo.
Vá, corra e abre a porta,
Tira cadeado do coração
Vou descobrir nova rota
Nesse caminho da razão.
Peruíbe SP, 07 de
março de 2026.
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