Adão de Souza
Ribeiro
Bendita é a minha terra
Que feliz me concebeu.
Quanto amor se encerra.
No peito dum filho teu.
E quanta saudade me traz,
A aurora daquela infância.
De certo tempo tão fulgaz,
Que se perdeu na distância.
Terra, o meu lugar bendito.
Que, um dia, me viu crescer
Não há o lugar mais bonito,
O amanhecer e o entardecer
Plantação linda e verdejante
Rua caminha nua e descalça.
Sei, nada é igual como antes
A saudade fica e a vida passa.
Sei, tu és a mais bela princesa
E por aqui, outra igual não há.
Defende o filho como tigresa,
Tu és santa onde o amor está.
Cidade bela, de tantos amores
Guaimbê, eu amo para sempre
Tu não sabes das minhas dores
Que o meu triste coração sente.
Peruíbe SP, 25 de
janeiro de 2026.
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