Adão de Souza
Ribeiro
E quem inventou,
Esse tal de desejo.
Não sabe o medo,
Que já me causou.
Então fui seduzido
E fiquei amarrado.
Sou pobre coitado,
Sair já não consigo
Eu quero ser livre,
Para poder só voar
E se afogar no mar
Sofrer que me livre
Desejo não é prisão,
Ele é apenas utopia.
Quem amou um dia,
Vê que tenho razão.
Quem foi, me diga,
Tira desse tormento.
Tal luta não aguento
E quero paz na vida.
Peruíbe SP, 27 de
novembro de 2025.
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