Adão de Souza
Ribeiro
Eu acordo bem cedinho
E contemplo a
natureza
O cantar do passarinho,
Mostra quanta beleza.
O meu Deus onipotente
Com amor e tanta graça
Faz a alma tão contente
Em tudo eu vejo a graça.
O mundo, nenhum pintor
Jamais pintou um quadro,
Com mil cores e o amor
Não usa régua e esquadro.
O céu repleto de estrelas
É para ser contemplado.
Nele a vida é só aquarela
Tudo feito de bom agrado.
Diante de tudo embriago,
Fico feliz e tão estarrecido
Do mundo tomo um trago,
Busco em tudo meu abrigo
Peruíbe SP, 15 de
junho de 2025.
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