Adão de Souza
Ribeiro
Deus me livre da maldade
E afugenta todos inimigos
Toda maledicência acabe,
Bondade sirva de abrigo.
O inimigo traveste de anjo
Comete a grande injustiça
Depois, feliz toca o banjo
E se espoja na sua carniça
Inimigo não tem empatia,
Por isso, ele é sem caráter.
A bondade não tem valia,
E nem o sofrer lhe abate.
Só a mão divina de Deus
Para vencer este carrasco
Sei estes pobres fariseus,
Cavam o próprio buraco.
A verdade que prevalece
Não há nada que a vence
Basta só fazer uma prece
Eu não vivo de suspense.
Eu não perco a minha fé
Nem que o mundo suma
Como o Jesus de Nazaré
Não temo coisa alguma.
Peruíbe SP, 09 de
junho de 2025.
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