Adão de Souza Ribeiro
Eu não sei o que faço,
Estou muito confuso.
Preciso de um abraço
Do amor, não abuso.
E até já perdi a conta,
O tanto que procurei.
O amor não esconda
Ele tem a própria lei.
Eu vivo essa loucura
Me perco no encanto
O querer é uma luta,
Esse amor platônico.
Se socorro no verso
É arma deste poeta.
Sonho é o universo
Navego no cometa.
Se por eu ser assim,
Sofro feito criança.
E nem tudo é o fim
E resta a esperança.
Peruíbe SP, 14 de maio de 2026.
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