terça-feira, 7 de outubro de 2025

MEU SOFRIMENTO

 

Adão de Souza Ribeiro

Quantas noites em branco,

Com tantos sonos perdidos

Que eu tenho sofrido tanto

Na vida vazia, sem sentido.

 

Entre as mil juras de amor

Promessas não cumpridas.

E uma dor que não passou

A saudade, minha querida.

 

Os lindos planos desfeitos

Os sonhos agora apagados

Óh amor, será que há jeito

De voltarmos ao passado?

 

E não deixa sofrer a alma,

Pois ela vive de esperança.

E a felicidade bate palma,

Pois quem espera, alcança.

 

A casa chora em silêncio

O tempo clama sua volta.

A noite fria e sem alento,

O coração quer resposta.

 

O amor tem lá suas razões,

Meu frágil coração ignora.

Então sofro com grilhões.

Por isso peço: Volta agora!

 

 

Peruíbe SP, 07 de outubro de 2025.

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