Adão de Souza
Ribeiro
Quantas noites em branco,
Com tantos sonos perdidos
Que eu tenho sofrido tanto
Na vida vazia, sem sentido.
Entre as mil juras de amor
Promessas não cumpridas.
E uma dor que não passou
A saudade, minha querida.
Os lindos planos desfeitos
Os sonhos agora apagados
Óh amor, será que há jeito
De voltarmos ao passado?
E não deixa sofrer a alma,
Pois ela vive de esperança.
E a felicidade bate palma,
Pois quem espera, alcança.
A casa chora em silêncio
O tempo clama sua volta.
A noite fria e sem alento,
O coração quer resposta.
O amor tem lá suas razões,
Meu frágil coração ignora.
Então sofro com grilhões.
Por isso peço: Volta agora!
Peruíbe SP, 07 de
outubro de 2025.
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