Adão de Souza
Ribeiro
O vento não erra o caminho,
Ele voa suave e bem sozinho
Não se prende a nada é livre,
Viaja leve, assim que se vive.
Lá do alto, ele vê o horizonte
Saúda seu amanhã e o ontem
Brinca com a leveza da alma
Voa sem pressa e com calma
Seu sopro é divino e tão leve
Viagem é pura e muito breve
Só um passeio pelo universo
E que desvenda a cada verso.
Se com graça toca as estrelas
Na magia de tantas centelhas
E não se prende com amarras
E não tem rumo e nem casas.
Não tem forma e não se define
Ele é onipresente e tão sublime
Sempre será ar em movimento,
Amor em forma de sentimento.
Peruíbe SP, 31 de
agosto de 2025.