Adão de Souza Ribeiro
Lá vem a doce abelha
No seu belo carrossel
Toda alegre e faceira,
Para fazer o seu mel.
E a pétala muito feliz
Oferece o seu néctar
A colorida flor-de-liz
Colmeia se alimentar.
O segredo da receita,
A abelha não ensina.
Pois ela não é besta
O sabor é coisa fina.
E se canta a cigarra
Por toda a natureza
A abelha se agarra,
O labor com proeza.
É toda organizada,
Dentro da colmeia
E lá não falta nada.
Ninguém faz ideia
E deposita no favo,
Seu néctar sugado
Mas acha um sarro,
O dia já terminado.
Peruíbe SP, 27 de setembro de 2026.
Nenhum comentário:
Postar um comentário