Adão de Souza
Ribeiro
Como me alegra ser poeta,
Falar só de coisas tão belas
Lapidar palavra mais certa,
A tristeza no poema já era.
Expor sua alma no caderno,
Para que o leitor possa sentir
Em cada estrofe e cada verso
A sua tão desejada paz fluir.
Quantas noites fica acordado,
Em busca da correta inspiração
Lembrar da beleza do passado,
Que ele guarda no seu coração.
Fala da vida, amor e da natureza
Com calma o seu poema lapida.
Chora com saudade da princesa
Assim é seu mundo e sua vida.
Como ourives lapida a palavra
E para ele é o seu eterno vício
Antes que o seu dom se acaba.
Escrever é o meu maior ofício.
Dizem que sempre será imortal
Por idolatrar sua linda morena.
Sabe abrandar o seu vendaval
Ele é admirado pelo mecenas.
Peruíbe SP, 09 de
maio de 2025
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