terça-feira, 6 de outubro de 2026

A MALÉVOLA

                                                                                           Adão de Souza Ribeiro


Ela tinha no sangue,

O vírus da maldade.

Vivia todo instante,

Ser má sem piedade.


Ela era uma delegada,

Que usava o seu cargo.

Fazer da pessoa escada

Sem a alma e sem nada.


Sua arrogância tamanha

Não tinha mais medida.

Ela fazia toda barganha

Para poder subir na vida


Prejudicava seus pares,

Em nome de uma moeda.

E esquecia que os males,

Volta bem na hora certa.


A Rogéria não era justa,

Num trabalho que fazia.

E a sua maldade assusta

Por pouco ela se vendia.


Ela era muito malévola

E perseguia toda pessoa

Ela sempre foi perversa

Por ser má nunca enjoa.


O filho teve doença rara

Que ela jamais entendeu

A vida usa a mesma vara

Essa é a justiça de Deus.


Peruíbe SP, 06 de outubro de 2026..


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