Adão de Souza Ribeiro
Ela tinha no sangue,
O vírus da maldade.
Vivia todo instante,
Ser má sem piedade.
Ela era uma delegada,
Que usava o seu cargo.
Fazer da pessoa escada
Sem a alma e sem nada.
Sua arrogância tamanha
Não tinha mais medida.
Ela fazia toda barganha
Para poder subir na vida
Prejudicava seus pares,
Em nome de uma moeda.
E esquecia que os males,
Volta bem na hora certa.
A Rogéria não era justa,
Num trabalho que fazia.
E a sua maldade assusta
Por pouco ela se vendia.
Ela era muito malévola
E perseguia toda pessoa
Ela sempre foi perversa
Por ser má nunca enjoa.
O filho teve doença rara
Que ela jamais entendeu
A vida usa a mesma vara
Essa é a justiça de Deus.
Peruíbe SP, 06 de outubro de 2026..
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