Adão de Souza
Ribeiro
Não vou mais fugir de mim
Esconder atrás de mentiras.
E eu vou ser eu, para enfim
Ser simples como o caipira.
Eu não vou mais viver preso
Nas teias das opiniões alheia
Vou dar valor ao meu desejo
Fazer meu mel como abelha.
Não vou mais doar o ouvido,
Para quem quer só o meu mal.
Tenho meu valor, não preciso
Me humilhar, isso é bom sinal.
Não vou mais chorar de medo,
Diante de qualquer do desafio.
Vou acordar feliz e bem cedo,
Como lá na natureza, faz o rio.
Eu não vou mais viver calado,
Enfrentarei o mundo perverso.
Serei eu e deixarei ali de lado,
Para cuidar só do meu verso!
Peruíbe SP, 12 de
fevereiro de 2026.
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