Adão de Souza
Ribeiro
Com a vida não brinca
Pois ela nunca perdoa.
Um dia você tem trinta
No outro já é um coroa
Ela não aceita seu erro,
De você cobra tão caro.
Marca corpo com ferro,
Da dor, ela sente o faro.
Você procura viver bem
E como se não existisse
Outra uma vida no além
Pois isso é apenas tolice.
Vida é frágil e efêmera,
Não deve ser maltratada
Por isso, delicada fêmea
Sua eternidade é abstrata
E então, cuida bem dela.
Porque a sua vida é rara.
Ela é sagrada e tão bela,
Vê, nada a ela se iguala!
Peruíbe SP, 11 de
fevereiro de 2026.
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