terça-feira, 11 de agosto de 2026

MULHER PROIBIDA

                                                                                                 Adão de Souza Ribeiro

Ela já foi minha,

Isso eu não nego

Em toda tardinha

Dava-me xamego


Eu o adolescente

Ela a jovem moça

No desejo ardente

O beijo que adoça.


E Juntos a loucura

Só a nós consumia

Entre beijos e jura,

Desejo adormecia.


Menino apaixona,

A mulher proibida

Foi a eterna dona

Por toda sua vida.


Se amor era tanto,

Maior essa atração.

Que fez o encanto,

Tocar meu coração.


Era primeira fêmea

A tocar minha alma

E que seria gêmea,

Que só me acalma 


Ainda sinto o sabor

O néctar dos lábios.

Era tanto seu amor,

Ainda eu me acabo.


Peruíbe SP, 11 de agosto de 2026.


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