Adão de Souza Ribeiro
Eu sou o forte
Não um fraco.
Vou ao ártico,
Com o barco.
Nem covarde
Mas o valente
E não é tarde
Fique ciente.
Ter um medo
Não assusta.
Acordo cedo,
Para tal luta.
Sou arrojado,
Se há perigo.
Fico irritado,
Viro o bicho.
E sei vencer
Sou um leão
Só vai perder
Tenho razão.
De pequeno.
Vi que lutar
É o veneno,
Contra mal
Não choro,
Tenho brio.
Sou touro,
E não chio.
Sou a rocha,
No caminho.
Quem gosta.
Sou El Niño.
Peruíbe SP, 04 de julho de 2026.
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