Adão de Souza
Ribeiro
Minha liberdade
voa,
Nas asas
da andorinha
E, por
isso, não é atoa
Que ela
anda sozinha.
Navega sua
alegria,
Nas ondas
do mar.
Não
importa o dia
Que ela
vai chegar.
A ilusão
acorda,
Logo pela
manhã
Na dança de
roda
Diz ser uma
irmã.
Prazer é
desassossego,
No coração
apaixonado
Mas o
sonho é o enredo
Deste poema
inacabado.
A saudade
chora,
No colo
sem afeto.
Se ela
morrer agora
O que será
do resto?
Peruíbe SP, 07 de
outubro de 2024
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